"A pessoa começa no trabalho com um nível de engajamento máximo e passam dois meses, três meses, seis meses, aquele engajamento começa a cair por debilidade dos seus líderes ou por questões adversas do mundo corporativo, uma desorganização das empresas, um não claro objetivo do seu planejamento estratégico e das suas prioridades estratégicas”
Empresário por 40 anos e autor do livro “Líder por excelência” (editora Scortecci), Lorente diz que, segundo pesquisa internacional, em média, as equipes têm apenas 13% dos trabalhadores realmente engajados na busca de soluções e comprometidos com os resultados. O mesmo estudo mostrou que 24% são totalmente desengajados, portanto podem causar muita dificuldade para o desenvolvimento do trabalho, enquanto 63% estão desengajados, uma parcela que ainda pode ser estimulada a atuar de forma positiva dentro da empresa.
O futuro de Manuella parecia certo: dona do próprio escritório, seguiria carreira como advogada. Até que, no Natal de 2009, a vida de sua família mudou. Uma tragédia envolvendo o falecimento do seu irmão e, seis meses depois, do seu pai, mudou essa rota. Aos 26 anos, Manuella virou presidente da Purificadores de Água Europa, pioneira em tratamento de água residencial de ponto de uso no Brasil. A empresa criada pelo seu pai era inteiramente focada na sua figura. A cultura era a alma de seu pai. Assim que ela assumiu, tomou uma decisão: nunca mais aquela empresa dependeria apenas de uma única pessoa. Ali começou uma verdadeira transformação cultural, iniciada com as reflexões de Manuella durante o processo, e que hoje leva o Grupo Europa a alçar novos voos. Manuella Curti Roger Hodgson
